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A Carreira de Lautaro Martínez em Números

2020.08.22 06:41 futebolstats A Carreira de Lautaro Martínez em Números

Quando cita-se um dos melhores atacantes do futebol sul-americano da atualidade, o nome de Lautaro Martínez que atualmente joga pela Internazionale da Itália e que também atua pela Seleção Argentina, deve ser levado em conta.
Lautaro Javier Martínez nasceu em 22/08/1997 em Bahía Blanca, na Argentina. Antes de jogar na Itália, Martínez jogou por um dos clubes mais populares de seu país e desde cedo, era visto como um jogador promissor. Porém, o que mais se sabe sobre Lautaro Martínez? Quais feitos atingiu até aqui?

Juvenil

Lautaro é o segundo filho do casal Karina Vanessa Gutiérrez e Mario Martínez. Sabe-se que o nome dos outros 2 irmãos são Alan e Jano. Embora Lautaro tenha crescido em uma cidade caracterizada principalmente pelos ricos, era de origem humilde e de uma família que não tinha nada além da carreira de Mario Martínez como jogador de futebol.
Por muitos anos, foi muito difícil para o pai de Lautaro lidar com a aposentadoria do futebol e sendo assim, tudo o que ele queria era viver seus sonhos através de seu filho. No início, Lautaro Martínez passou a receber educação esportiva por seu pai, que o ajudou a definir sua ambição de vida: tornar-se um jogador de futebol profissional.
Lautaro Martínez aos 10 anos de idadeSendo continuamente inclinado ao esporte juntamente com a determinação de ter sucesso, deu a Lautaro o incentivo para começar a participar de testes e com isso, o garoto resolveu se inscrever para testes no Liniers, clube local. Posteriormente, Lautaro Martínez passou nos testes e a partir de então, começou a trilhar o seu próprio caminho para alcançar seus objetivos. Em seus primeiros anos de Liniers, Lautaro tinha que ir de trem e de ônibus para lá e para cá; da sua casa até o CT do clube. O garoto chegava tarde da noite em casa e logo na manhã do dia seguinte, repetia esse trajeto.
Depois de se destacar em todas as categorias pelas quais atuou do Liniers, Lautaro Martínez foi atrás de testes em clubes mais tradicionais do país, contudo sofreu uma grande decepção: foi reprovado nos testes do Boca Juniors e segundo um dos membros do clube, essa recusa deve-se ao fato de Lautaro não ter poder e velocidade e que era para voltar a fazer testes no clube assim que melhorasse nesses 2 quesitos. Porém, isso não fez ele desistir e um ano depois, Lautaro Martínez passou na peneira do Racing Club de Avellaneda, clube que é popularmente conhecido como Racing. [1]

A Carreira de Lautaro Martínez em Números

Racing

Categorias de Base

Depois de despertar a atenção de Fabio Radaelli, treinador interino do Racing, o clube o contratou em janeiro de 2014. Em um ano atuando pelas categorias de base do Racing, Lautaro Martínez marcou 26 gols em 26 partidas disputadas e com isso, passou a treinar com o time principal e sendo assim, sua estreia como profissional era apenas uma questão de tempo.

2014-15

Lautaro Martínez se adaptou muito rápido ao Racing e como já foi mencionado acima, se destacou nas categorias de base do clube. No ano de 2015, deu continuidade à trajetória de gols, o que lhe valeu rendeu uma vaga no elenco principal do time de Avellaneda (Racing). Em 31 de outubro de 2015, em jogo da 29ª rodada da Superliga, Diego Cocca – técnico do Racing naquela época – promoveu a estreia da joia quando o colocou em campo aos 35 minutos do segundo tempo no lugar de Diego Milito e no primeiro jogo de Lautaro como profissional, “La Academia” – Racing – venceu o Crucero del Norte por 3-0.
PdGmACACVMj na temporada 2014-15
1000010
Pd – Partidas disputadas, Gm – Gols marcados, A – Assistências, CA – Cartões amarelos, CV – Cartões vermelhos e Mj – Minutos jogados

2015-16

Após o fim da temporada 2014-15, Diego Cocca não teve seu contrato renovado e com isso, Facundo Sava assume o comando do Racing.
Em 17 de fevereiro de 2016, em jogo da 3ª rodada da Superliga, o novo técnico colocou Lautaro Martínez em campo aos 31 minutos da segunda etapa no lugar de Lisandro López, contudo mesmo com a sua entrada, nada mudou e ainda por cima, o Racing perdeu para o Newell’s Old Boys por 5-0.
Em 17/04/2016, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Argentino, Facundo Sava colocou Lautaro em campo logo após o intervalo no lugar de Rodrigo de Paul, porém com um cartão vermelho aos 22 minutos do segundo tempo, teve de deixar o campo mais cedo no empate em 2-2 com o Argentinos Juniors no Estadio Presidente Perón (estádio do Racing). Duas semanas depois – em 30/04/2016 -, Lautaro Martínez jogou os últimos 11 minutos da vitória por 1-0 sobre o Huracán fora de casa.
Em suma, na sua 2ª temporada como profissional, Lautaro Martínez disputou 4 partidas. Quanto ao Racing, terminou em 6º lugar no grupo 2 do Campeonato Argentino e chegou até as oitavas de final da Copa da Argentina.
PdGmACACVMj na temporada 2015-16
4002154

2016-17

Depois de ganhar mais minutos em campo pelo Racing e de se destacar com a camisa da seleção sub-20 da Argentina, Lautaro Martínez atraiu o interesse de 3 clubes da Espanha: Atlético de Madrid, Real Madrid e Valencia. É importante mencionar que estes não foram os únicos clubes que passaram a monitorar Lautaro.
Antes do início dessa temporada, Facundo Sava foi demitido e enquanto o clube procurava por outro técnico, Claudio Úbeda comandava o time interinamente e na estreia do Racing nessa edição da Superliga em 27 de agosto de 2016, Lautaro jogou os últimos 30 minutos do empate em 1-1 com o Talleres no Estadio Presidente Perón. Na rodada seguinte do campeonato nacional em 10/09/2016, agora sob o comando de um novo técnico – Ricardo Zielinski -, Lautaro Martínez atuou como titular pela primeira vez e na sua estreia como titular, o Racing venceu o San Martín de Tucumán por 2-0 fora de casa.
Em 20/11/2016, em jogo da 10ª rodada da Superliga, Lautaro Martínez marcou seu primeiro gol como profissional no empate em 1-1 com o Huracán no Estadio Tomás Adolfo Ducó (estádio da equipe adversária).
Após o fim da primeira metade da temporada, Ricardo Zielinski foi demitido do cargo de treinador da “La Academia” e com a saída dele, o clube resolveu apostar suas fichas em um técnico que já havia trabalhado no clube antes, trata-se de Diego Cocca.
Em 12 de março de 2017, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Argentino, Lautaro marcou seu 2º tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Lanús no Estadio Presidente Perón.
Em 01/04/2017, em jogo da 17ª rodada da Superliga, o camisa 32 – Lautaro Martínez – da “La Academia” marcou seu 3º tento nessa temporada no triunfo por 3-2 sobre o Quilmes fora de casa. Na rodada seguinte do campeonato nacional em 16/04/2017, Lautaro marcou seu primeiro doblete da carreira – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – e com isso, o Racing bateu o Sarmiento fora de casa por 2-1.
Em 11/06/2017, em partida válida pela 28ª rodada da Superliga, Lautaro Martínez marcou seu 9º e último tento nessa temporada na vitória por 3-2 sobre o River Plate em pleno Monumental de Nuñez (estádio do River).
Em suma, na sua 3ª temporada com a camisa da “La Academia”, Lautaro Martínez disputou 29 partidas, fez 9 gols e proveu uma assistência. Quanto ao Racing, terminou em 4º lugar no Campeonato Argentino, chegou até as quartas de final da Copa Sul-Americano e caiu na fase de 16 avos da Copa da Argentina.
PdGmACACVMj na temporada 2016-17
2991301471
Gols marcados na Superliga

2017-18

Após as suas boas atuações com a camisa da seleção sub-20 da Argentina no Sul-Americano, ao qual foi o artilheiro da competição, Lautaro Martínez entrou mais uma vez no radar dos time europeus, mais especificamente da Internazionale da Itália dessa vez.
Devido à uma fratura no metatarso, Lautaro não jogou as 6 primeiras rodadas do Campeonato Argentino e sendo assim, na sua estreia nessa temporada, em 28 de outubro de 2017, atuou como titular e fez o único gol da “La Academia” no revés por 3-1 ante o Atlético Tucumán.
Em 19/11/2017, em jogo da 9ª rodada da Superliga, o novo camisa 10 do Racing – Lautaro Martínez – foi o principal destaque na vitória por 2-1 sobre o Boca Juniors na La Bombonera – estádio do Boca – com 1 gol e assistência para o gol de Augusto Solari.
Em 03/12/2017, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Argentino, Lautaro marcou seu 3º tento nessa temporada no empate em 2-2 com o Newell’s Old Boys fora de casa. Na rodada seguinte do campeonato nacional em 10/12/2017, o camisa 10 da “La Academia” foi um dos principais destaques do triunfo por 3-1 sobre o Gimnasia y Esgrima no Estadio Presidente Perón com 1 gol e assistência para 1 dos 2 gols marcados por Lisandro López.
Em 4 de fevereiro de 2018, em jogo da 14ª rodada da Superliga, Lautaro Martínez capitaneou o time pela primeira vez e na sua estreia como capitão, marcou um hat-trick – ocorre quando um jogador faz 3 ou mais gols numa mesma partida – na goleada por 4-0 sobre o Huracán. Além de ter feito 3 gols, sofreu o pênalti que foi convertido por Lisandro López. Nessa mesma partida, Martínez foi observado por um olheiro da Internazionale da Itália e por Jorge Sampaoli, técnico da seleção principal da Argentina, que mais tarde o convocaria para os amistosos que a seleção iria disputar no mês de março.
Em 28/02/2018, na estreia do Racing na fase de grupos da Copa Libertadores da América, o camisa 10 marcou seu 2º e último hat-trick nessa temporada na vitória por 4-2 sobre o Cruzeiro do Brasil no Estadio Presidente Perón.
Em 20/04/2018, em partida válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Libertadores, Lautaro Martínez marcou o segundo gol da goleada aplicada por 4-0 sobre um time brasileiro, o Vasco da Gama. Na rodada seguinte da fase de grupos, em 27/04/2018, marcou o gol do time no empate em 1-1 com o Vasco no estádio São Januário, no Rio de Janeiro.
Em 09/05/2018, em jogo da 25ª rodada da Superliga, o camisa 10 da “La Academia” marcou seu último tento pelo clube no triunfo por 2-0 sobre o Arsenal de Sarandí no Presidente Perón.
Em 23/05/2018, em partida válida pela última rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, Lautaro Martínez jogou pela última vez com a camisa do Racing e se despediu com derrota; o Cruzeiro venceu o time argentino por 2-1 no estádio do Mineirão.
Em suma, na sua última temporada com a camisa do time de Avellaneda, Lautaro Martínez disputou 28 partidas, marcou 18 gols – só 13 destes tentos foram marcados na Superliga 2017-18, o que fez dele o vice-artilheiro do campeonato ao lado de Sebastián Ribas do Patronato e atrás apenas de Santiago García do Godoy Cruz – e proveu 5 assistências. Quanto ao Racing, terminou em 7º lugar no Campeonato Argentino, caiu na fase de 32 avos da Copa da Argentina e sem contar com Lautaro, o Racing foi eliminado nas oitavas de final da Copa Libertadores da América de 2018.
PdGmACACVMj na temporada 2017-18
28185702394
18 gols dos quais 13 foram pela Superliga e 5 pela Copa Libertadores da América 2018

Internazionale

2018-19

Lautaro Martínez assinando contrato com a InternazionaleEm 4 de julho de 2018, a Internazionale da Itália anunciou a contratação de Lautaro Martínez. Estima-se que o clube italiano tenha desembolsado 22,7 milhões de euros (cerca de 149,6 milhões de reais) para contar com o atacante argentino por 5 temporadas.
Em 19/08/2018, na estreia da equipe nerazzurri – Internazionale – nessa edição da Serie A (Campeonato Italiano), Luciano Spaletti – técnico da Inter nessa época – promoveu a estreia de Lautaro Martínez como titular, porém foi um jogo para se esquecer, pois o Sassuolo venceu a Internazionale por 1-0.
Em 29/09/2018, em jogo da 7ª rodada da Serie A, o atacante argentino ganhou uma oportunidade de iniciar entre os titulares e marcou seu primeiro tento pelo novo clube na vitória por 2-0 sobre o Cagliari no Giuseppe Meazza (estádio da equipe nerazzurri).
Em 24/11/2018, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Italiano, Lautaro Martínez marcou seu segundo tento pelo novo clube na vitória por 3-0 sobre o Frosinone no Giuseppe Meazza.
Em 26/12/2018, em jogo da 18ª rodada da Serie A, o novo camisa 10 da equipe nerazzurri – Lautaro Martínez – entrou em campo aos 38 minutos da segunda etapa no lugar de João Mário e 8 minutos depois, fez o único gol da vitória sobre o Napoli.
Em 13 de janeiro de 2019, em confronto válido pelas oitavas de final da Copa da Itália, Lautaro Martínez marcou seu primeiro e único doblete nessa temporada na goleada por 6-2 sobre o Benevento. Posteriormente, a Internazionale foi eliminada pela Lazio na fase seguinte.
Em 14/02/2019, no primeiro confronto da fase de 16 avos da Europa League contra o Rapid Viena da Áustria, o atacante argentino marcou seu primeiro tento em competições europeias e com isso, o time italiano venceu a equipe austríaca por 1-0 fora de casa. Após esta partida, ele passou a ser titular, aproveitando-se da abstenção do compatriota Mauro Icardi por motivos pessoais. Posteriormente, a equipe de Milão venceu o segundo confronto por 4-0 e se classificou para a fase seguinte, onde foi eliminada pelo Eintracht Frankfurt da Alemanha.
Em 17/03/2019, em jogo da 28ª rodada da Serie A, o novo camisa 10 da equipe nerazzurri foi o principal destaque da Inter na vitória por 3-2 nesse “Derby della Madonnina” – nome dado ao clássico da cidade de Milão; Internazionale x Milan – com 1 gol e assistência para o tento marcado por Matías Vecino. Este foi o último tento marcado pelo atacante argentino nessa temporada, depois disso ele se lesionou e quando retornou, não marcou mais tentos.
Em suma, na sua 1ª temporada na Itália, Lautaro Martínez disputou 35 partidas, fez 9 gols e proveu uma assistência. Quanto a Internazionale, terminou em 4º lugar no Campeonato Italiano, foi eliminada nas quartas de final da Copa da Itália e caiu nas oitavas de final da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2018-19
3591701761
9 gols dos quais 6 foram pela Serie A, 2 pela Copa da Itália e 1 pela UEFA Europa League

2019-20

Após o fim da temporada 2018-19, Luciano Spaletti foi demitido e com a saída deste treinador, o clube trouxe Antonio Conte para comandar a equipe nerazzurri nessa temporada.
Em 1º de setembro de 2019, em jogo da 2ª rodada da Serie A, Lautaro Martínez marcou seu primeiro tento nessa temporada na vitória por 2-1 sobre o Cagliari na Sardegna Arena.
Em 02/10/2019, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Champions League (Liga dos Campeões), o camisa 10 da Inter de Milão marcou seu 2º tento nessa temporada no revés por 2-1 contra o Barcelona da Espanha no Camp Nou (estádio do time espanhol). É importante mencionar que Lautaro se tornou o primeiro jogador desde Roberto Boninsegna em 1970 a marcar gol no Camp Nou para a Inter. Quatro dias depois, em jogo da 7ª rodada da Serie A, marcou seu 3º tento na temporada, mas ainda assim, a Internazionale perdeu para a Juventus por 2-1.
Em 20/10/2019, em jogo da 8ª rodada da Serie A, o atacante argentino marcou seu primeiro doblete nessa temporada no triunfo por 4-3 sobre o Sassuolo fora de casa. Além dos 2 gols, sofreu o pênalti que foi convertido por Romelu Lukaku.
Em 27/11/2019, em partida válida pela 5ª rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, Lautaro Martínez marcou seu 2º doblete nessa temporada na vitória por 3-1 sobre o Slavia Praga da República Checa e com isso, atingiu duas marcas: ele se tornou apenas o 4º jogador da Inter (após Hernán Crespo em 2002, Christian Vieri em 2003 e Samuel Eto’o em 2010 ) e o 5º jogador argentino (depois de Hernan Crespo em 2002, Lionel Messi em seis ocasiões, Sergio Agüero em 2019 e Ezequiel Lavezzi em 2013) a marcar em quatro 4 consecutivos da Champions League.
Em 01/12/2019, em jogo da 14ª rodada da Serie A, o camisa 10 da equipe nerazzurri marcou seu 3º doblete nessa temporada e sendo assim, vitória por 2-1 sobre o SPAL no Giuseppe Meazza.

PdGmACACVMj na temporada 2019-20
492181113595
21 gols dos quais 14 foram pela Serie A, 5 pela UEFA Champions League e 2 pela UEFA Europa League

Números de Lautaro Martínez na Seleção Argentina

Argentina

Seleções de Base


Seleção Principal


Copa América 2019


PdGmACACVMj
42020297

Pós-Copa América


TOTAL

PdGmACACVMj
1791401016
Prêmios individuais - Jogador Revelação da Superliga da Argentina 2017-18 - Melhor jogador do jogo: Argentina 2-0 Venezuela Copa América 2019
Artilharias - Sul-Americano Sub-20 de 2016 (7 gols) - Sul-Americano Sub-20 de 2017 (5 gols)

Considerações Finais


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2019.11.29 08:32 MonsterBongos La bendición de Ensenada de Todos Santos

Hola a todos. Soy cubanoamericano / mexicano (mi madre era estadounidense y su familia estadounidense era de Cuba, y la familia de mi papá era de la zona de San Juan de los Lagos en la década de 1930). Crecí en las calles de Oakland, y he vivido en el Área de la Bahía toda mi vida. He querido mudarme a México durante años, la gente, la comida, la tierra y el mar, estoy enamorado de México. Viví en VeraCruz en los años 60 y Puerto Vallarta en los 70, y lo he extrañado desde entonces. Ahora soy libre de mudarme allí (rompí con una relación a largo plazo, con una gran mujer que no tenía intención de mudarse a ningún lado) y estoy realmente interesado en Ensenada por muchas razones. El clima (niebla, nubes, un frente frío diario) es similar al área de la bahía de SF, incluidas las colinas que rodean el puerto, así como Punta Banda (tenemos un pedazo de tierra muy parecido a Point Reyes). Estoy bastante seguro de que me mudaré allí, pero REALMENTE no encajo con la comunidad de ancianos "Expatriados", y estoy asqueado por los surfistas de 60 años que son básicamente sexpats, y gastan su dinero con la gente pobre, el tipo de hombres que ninguna mujer tendría si no tuviera dinero. No tengo amigos como este aquí, y no los tendré allí cuando me mude. Soy un ex cantante, y estuve de gira con Cafe Tacuba entre otros actos cuando era más joven, y me pregunto, si me mudo allí, ¿dónde están las personas realmente COOL, y cómo es la escena musical allí? ¿Y cómo son las citas? No quiero vivir allí como un jodido turista, y básicamente, buscando conectar con buenas personas, y no con personas que vienen de los Estados Unidos, y piensan que México es solo Disneyland para ellos. Amo a México con todo mi corazón, y mudarme allí es realmente importante para mí. ¿Qué piensan ustedes? ¿Encajará un artista mayor, mitad estadounidense mitad mexicano? Supongo que estoy buscando bendición. Jajaja ¡Gracias!
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2018.04.05 20:50 master_x_2k Agitación IV

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_____________________Agitación IV_____________________

“Estaré allí. Sí-” Vi una luz en la ventana de la sala y puse mi mano sobre la mitad inferior de mi teléfono celular mientras investigaba brevemente. Maldita sea, mi papá estaba en casa. Puse el teléfono en mi oreja, “Lo siento, tengo que correr. No. No. Mira-”
Cuando escuché que se abría la puerta del frente, cerré el teléfono y lo metí en mi bolsillo. Me disculparía por colgar más tarde. Definitivamente no quería que mi padre viera el teléfono. No pensaba que me prohibiría tener uno, pero desde la muerte de mi madre, los teléfonos celulares tenían fuertes connotaciones negativas. Eso, y tendría que explicar dónde lo conseguí y cómo lo pagué.
Brian me había dado tres teléfonos celulares idénticos – todos desechables – a primera hora de la mañana, y había decidido ir con él al loft en lugar de ir a la escuela. Tal como lo veía, no tenía mucha oportunidad de concentrarme en las clases con el robo del jueves ocupando mi atención además del estrés de simplemente estar allí y esperar a que aparezcan las consecuencias de haber salteado clases. Además, racionalicé, no tenía mucho sentido ir si sabía que faltaría de nuevo para ir a robar al banco. Me había prometido a mí misma que iría pasado mañana. A afrontar las consecuencias.
Pasé el día con el grupo. Rachel había salido del apartamento; los otros no especificaron por qué y no me interesaba lo suficiente como para arriesgarme a parecer demasiado curiosa al preguntar. Entonces, solo éramos Brian, Alec, Lisa y yo. Habíamos definido los detalles finales del robo y había decidido qué armas quería que Lisa le pidiera al jefe. Elegí un cuchillo de combate y una porra policial telescópica. El cuchillo serviría para emergencias y para aquellas personas que eran demasiado duras para herir con la porra. La porra, de cincuenta centímetros de largo cuando estaba completamente extendida, era para un uso más general, y ofrecía más fuerza de la que obtendría con mis puños. Lisa me había prometido que los tendría para mañana.
Después de eso, evitamos el tema del robo, por algún acuerdo tácito. No sería bueno pensar demasiado o arriesgarse a ponerse demasiado nervioso. De cualquier manera, sentí la necesidad de quemar algo de energía nerviosa, así que ayudé a limpiar el armario de almacenamiento a la hora del almuerzo, con la ayuda de Lisa y Brian. Habíamos solucionado el problema, habíamos encontrado un lugar para todo y habíamos armado la habitación con cosas que les sobraban. El material incluía un tendedero extensible, un vestidor, un colchón inflable y una mesita de noche con una lámpara adjunta. Era suficiente espacio para guardar algunos artículos de tocador, un cambio de ropa o dos, mi traje y mi equipo. Lisa pasó mucho tiempo hablando de lo que podía hacer convertir este espacio en algo mío, lo que podía comprar, cómo podía decorar, pero estaba contenta con lo que teníamos allí. Me gustaba un poco que fuera algo espartano, porque encaja con que no planeaba quedarme tanto tiempo mientras que se sentía extrañamente apreciativo de ser aceptada como parte del grupo.
Habiéndonos cansado, todos nos derrumbamos en los sofás y vimos algunas de las películas de Alec de la Tierra-Aleph[1], la Tierra alternativa con la que nuestra Tierra se había estado comunicando desde que el Profesor Haywire[2] hizo un agujero entre las realidades. Los medios de comunicación eran una de las pocas cosas que se podían intercambiar a través del agujero. Para resumir, podrías obtener libros, películas y DVDs de programas de televisión del otro mundo, si estabas dispuesto a aceptar el precio. ¿El beneficio? Pasé la tarde viendo cómo el otro universo había manejado los episodios uno y dos de las películas de Star Wars.
Realidad: todavía eran bastante decepcionantes.
Para cuando mi padre llegó, tenía chuletas de cerdo descongeladas, espolvoreadas con limón y pimienta y sentadas en una sartén, con verduras en el microondas. Cocinar era el tipo de cosa que comenzabas a hacer cuando solo tenías un padre, a menos que realmente te gustara la comida para llevar.
“Aló”, me saludó mi padre, “Huele bien”.
“Empecé la cena un poco temprano porque hay un lugar al que quiero ir, esta noche, ¿Si eso está bien?”
Trató de ocultarlo, pero pude ver un poco de decepción. “Por supuesto”, dijo, “¿Tus nuevos amigos?”
Asentí.
“Déjame cambiarme y luego te preguntaré todo sobre ellos”, prometió mientras se dirigía al piso de arriba.
Estupendo. No había tenido que responder estas preguntas anoche porque mi padre había trabajado hasta tarde. Mi mente comenzó correr tratando de anticipar preguntas y pensar en detalles creíbles. ¿Debería usar sus nombres reales? ¿O al menos, los nombres que me dieron? No estaba segura de si eso sería un abuso de confianza. Decidí usar sus nombres reales por la misma razón por la que decidí usar el mío con ellos. Simplemente prevenía los desastres si mi padre alguna vez los encontraba, lo cual era una idea aterradora, o si me llamaban.
No tenía que preocuparme que mi padre escuchara del arresto de cuatro chicos, todos los cuales tenían el mismo nombre que mis “amigos”, ya que la mayoría de ellos eran menores de edad y sus nombres se mantendrían ocultos bajo la ley. También tenía la impresión de que los tribunales no siempre desenmascaraban capas cuando los arrestaban. No estaba completamente segura de qué pasaba con eso. Parecía algo sobre lo que preguntarle a Lisa.
Para cuando mi padre había bajado las escaleras, había resuelto tratar de mantener mis mentiras lo más cerca posible de la verdad. Sería más fácil mantener todo en orden de esa manera. Eso, y odiaba mentirle a mi papá.
Mi papá se había cambiado la camisa de vestir y los pantalones de color caqui, en una camiseta y jeans. Me revolvió el pelo y luego se hizo cargo de la última parte de la cocina. Me senté en la mesa para poder hablar con él.
“Entonces, ¿qué está pasando?”, Preguntó.
Me encogí de hombros. Odiaba sentirme así de tensa cerca de mi papá. Nunca me había molestado acerca del acoso, así que siempre había sido capaz de volver a casa y dejar caer mi guardia. No podía hacer eso ahora, porque estaba que él se enterara de mis faltas a clase en cualquier momento, y mis nuevos ‘amigos’ trajeron un montón de secretos y mentiras a la mezcla también. Me sentí como si estuviera al borde de una pérdida de confianza terminal. Un error o una sola llamada telefónica preocupada de la escuela, y mi padre probablemente enloquecería, y las cosas no serían las mismas entre nosotros por mucho tiempo.
“¿Me dirás sus nombres?”, Preguntó. Puso la comida en platos y la llevó a la mesa.
“Brian, Lisa, Alec, Rachel”, confesé, “Son agradables. Me llevo bien con la mayoría de ellos.”
“¿Dónde los conociste? ¿Colegio?”
Negué con la cabeza,” quería alejarme de la escuela por un tiempo, así que tomé un autobús al centro de la ciudad para tomar un descanso. Me encontré con ellos en la biblioteca.” Verdades parciales. Realmente no se podía tomar un autobús hacia el centro de la ciudad y viceversa durante el almuerzo; lo había intentado cuando estaba evitando al trío, pero dudaba que mi padre lo investigara. Sin embargo, técnicamente me cruce con los Undersiders en la biblioteca.
“¿Van a la biblioteca a la hora del almuerzo? ¿Cómo son?”
“Brian es genial. Él es con quien he hablado más.”
“Un chico, ¿eh?” Mi papá movió las cejas hacia mí.
“¡Papá, detente! No es así”, protesté. Dudaba que Brian tuviera el más mínimo interés en mí, sobre todo porque tenía dos o tres años menos que él. Además, bueno, yo era yo. Opté por no mencionar la diferencia de edad a mi padre.
Cambiando el tema, dije, “Lisa es agradable también. Realmente inteligente, aunque no he hablado tanto con ella. Es agradable poder salir con otra chica de nuevo, incluso si ella es muy diferente de mí.”
“Si ella es inteligente, no puede ser tan diferente de ti.”
Podría haberme pateado a mí misma. No podría explicar que ella era una de los malos, mientras que yo era una aspirante a superhéroe, o exactamente cómo era ‘inteligente’. Me había arrinconado en un lugar donde no tenía una respuesta preparada, y tenía que evitar hacer eso. Buscando una respuesta, le dije: “Solo es un año mayor que yo, y ya se graduó de la escuela secundaria”. Esa era la verdad. Ella hizo trampa, pero técnicamente se graduó.
Mi papá sonrió, “Impresionante. Dime que son excelentes estudiantes que pueden servir como buenos modelos para ti “.
Podría haberme atragantado. ¿Buenos modelos de conducta? ¿Ellos? Mantuve mi compostura y me limité a sonreír y sacudir la cabeza, “Lo siento”.
“Una pena. ¿Qué hay de los demás?”
“Alec es el más joven, creo. Un poco difícil de conectar con él. Es un artista increíble, por lo que he visto, pero realmente no lo veo dibujar. Parece algo difícil hacer que se interese o se involucre en algo. Siempre se ve aburrido.” Cuando dije las palabras en voz alta, me di cuenta de que no eran exactamente ciertas. Las dos veces que había visto a Alec reaccionar ante algo había sido cuando le había gastado su pequeña broma a Brian, haciéndolo tropezar, y después de que Perra y yo estuviéramos peleando. Un toque de regodeo en su personalidad, tal vez.
“¿Y la última? ¿Rita? ¿Rachel?”
“Sí, Rachel. No me llevo bien con ella. No me agrada.”
Mi padre asintió, pero no dijo nada. Esperaba a medias la frase parental típica de ‘tal vez si tratas de mostrar interés por las cosas que le gustan’ o algún otro consejo tonto. Mi padre no me hizo eso, solo tomó otro trozo de chuleta de cerdo.
Elaboré un poco, para llenar el silencio, “Ella quiere las cosas a su manera, y cuando no lo consigue, se vuelve cruel. No sé. Ya tengo suficiente de eso en la escuela, ¿sabes?”
“Lo sé”, dijo mi padre. Fue un buen pie para que él me preguntara sobre lo que estaba pasando en la escuela, pero él no lo usó. Se mantuvo callado.
Me sentí inmensamente agradecida en ese momento. Mi papá estaba respetando los límites que yo había establecido, no presionando, no buscando más. Hizo esta conversación mucho más fácil de lo que podría haber sido, y sabía que no podía ser tan fácil para él.
Sentí que le debía algo por eso. Suspirando, admití, “Como, en la escuela. ¿La gente, eh, que me está haciendo pasar un mal rato? Como que me arrinconaron todos, el lunes. Solo, ya sabes, turnándose para insultarme. Es por eso que necesitaba alejarme y me fui al centro.” Me sentí avergonzado al decirlo, porque era lo suficientemente humillante vivirlo como para tener que contarlo, y porque se sentía tan desconectado del resto de la conversación. Pero si no lo decía en ese momento, no creo que hubiera podido.
Mi padre se quedó quieto. Pude ver cómo se componía y elegía sus palabras antes de preguntar: “¿No hay que disminuir lo mucho que apesta ser humillado así, pero no hicieron nada más?”
Levanté las cejas en interrogación mientras masticaba. Lo hicieron, más o menos, pero no pude decir ‘Usaron la muerte de mamá para joderme la cabeza’ sin tener que explicar lo de Emma.
“¿Algo como lo que pasó en enero?”, Preguntó.
Bajé los ojos a mi plato, luego sacudí la cabeza. Después de unos momentos, dije: “No. Enero fue una cosa de una vez. Desde entonces, han hecho ‘’bromas’ más pequeñas, me han molestado, pero no han repetido las actuaciones en ese frente.” Hice citas con mis dedos mientras decía ‘bromas’.
“Está bien”, dijo mi padre, en voz baja, “Es un alivio saber”.
No tenía ganas de compartir más. Uno pensaría que me sentiría mejor, después de abrirme, pero no lo hice. Me sentí frustrada, enojada, incómoda. Fue un recordatorio de que no podía tener una conversación real con mi padre como solía hacerlo. Más que nada, me sentí culpable. Parte de la culpabilidad se debía a que aparentemente había dejado que mi padre pensara que cada vez que me intimidaban, era como había sido ese día, hace casi cuatro meses, cuando las cosas habían empeorado. Apuñale un poco de grasa con mi tenedor.”
“¿Cuándo ibas a salir?”, Preguntó mi papá. Eché un vistazo al reloj digital en la estufa y noté la hora.
Me alegré por la excusa para escapar, “¿Ahora? ¿Está bien eso? No tardaré mucho.”
“¿Te encontrarás con tus amigos?”, Preguntó.
“Solo voy a ver a Lisa para tomar un café y conversar, lejos del resto del grupo”, le dije mientras me ponía de pie y movía mi plato al fregadero. La mentira fue más pesada en mi conciencia después de la conversación abierta que acababa de tener con él.
“Toma, espera”, dijo. Se levantó y buscó en su bolsillo su billetera. Me dio uno de diez, “Para el café. Lo siento, no tengo más. ¿Qué te diviertas?”
Lo abracé, sintiéndome dolorosamente culpable, luego me dirigí a la puerta de atrás para ponerme los zapatos. Estaba abriendo la puerta cuando apenas lo escuché decir, “Gracias.”
“Te quiero papa.”
“Yo también te quiero. Cuídate.”
Cerré la puerta, agarré la bolsa de gimnasia que había escondido debajo de los escalones de atrás y me dirigí a la casa en un trote ligero. Mantuve la bolsa de gimnasia baja para que mi papá no me viera llevándola.
Tomé la misma ruta general que tomé en mis carreras matutinas, en dirección este, hacia la bahía. Esta vez, sin embargo, en lugar de girar hacia el Paseo Marítimo, me dirigí al sur.
En su apogeo, cada pulgada de la ciudad había sido una metrópolis bulliciosa. Los barcos iban y venían a todas horas, los trenes llegaban para entregar los bienes que se enviarían al extranjero y la ciudad estaba repleta de gente. El extremo norte de la bahía, especialmente el área cercana al agua, estaba dedicado completamente a la industria. Barcos, almacenes, fábricas, ferrocarriles y hogares para todos los que se dedicaban a esos trabajos. También tenías al ferry atravesando la propia bahía.
El ferry era el proyecto particular de mi padre. Aparentemente, fue una de las primeras cosas que se fueron cuando la importación / exportación se secó. Sin el ferry, los Muelles se habían desconectado del resto de la ciudad, a menos que estuvieras dispuesto a conducir por media hora más o menos. Mi padre sostenía la opinión de que la falta de ese medio de transporte hacia el resto de la ciudad era la razón por la cual los Muelles se habían convertido en lo que eran hoy. Creía que, si el ferry comenzaba a funcionar nuevamente, se crearían puestos de trabajo, las personas en los vecindarios de bajos ingresos tendrían más acceso al resto de la ciudad, y la dinámica de clase baja o clase alta, sin clase media, de Brockton Bay se suavizaría.
Así que, cuando había estado tratando de pensar en un lugar que era bastante privado pero fácil de encontrar, pensé en el ferry. Probablemente podría agradecerle a mi papá por la idea.
Me acerqué a la estación y encontré un baño en desuso para cambiarme al traje.
El edificio y el ferry en sí estaban bien cuidados, al menos en el exterior, que fue una de las razones por las que mi padre pensó que le costaría muy poco hacer que las cosas funcionaran nuevamente. Aun así, ese no era el problema de la ciudad. No querían proporcionar a los adictos y los pandilleros un acceso fácil al resto de la ciudad, mientras pagaban por brindar el servicio, por la mera esperanza de _tal vez _obtener mejoras para el futuro. Por lo tanto, la ciudad mantuvo la estación y el ferry muy bonitos para cualquier turista que se alejara lo suficiente al sur del Paseo Marítimo y mantenía eternos carteles de ‘temporalmente fuera de servicio’ y ‘muy pronto en todo el edificio y en los folletos. Aparte de los reemplazos regulares para mantenerlos como nuevos, los carteles no se habían eliminado en casi una década.
Ignoré las puertas que daban al interior de la estación y, en su lugar, me dirigí hacia el patio exterior que daba a la bahía. Había algunos paneles grandes de vidrio para romper el viento, y mesas de piedra y bancos para aquellos que quieran sentarse a comer. Fue uno de los mejores puntos de vista para ver el Cuartel General del Protectorado[3] en todo su esplendor. El cuartel era una serie de arcos y agujas montados en una plataforma petrolera renovada. Incluso la plataforma sobre la que se construyó era hermosa, con bordes duros y líneas de barrido. Todo estaba iluminado por focos polarizados y contra una tenue corona de colores cambiantes, como la aurora boreal atrapada en forma de burbuja de jabón. Un campo de fuerza, siempre encendido, protegiendo a las personas que vigilaban Brockton Bay.
Cuartel General del Protectorado
“No estaba seguro si aparecerías”, una voz masculina rompió el silencio.
Me volví para mirar Armsmaster, “Lo siento. Tuve que colgar a tu recepcionista. Llamo la vida real.”
Parecía de alguna manera diferente a la primera vez que lo conocí. Sus labios estaban en una línea dura, sus pies más separados. Tenía los brazos cruzados sobre el pecho con la alabarda en una mano, el palo apoyado contra su hombro. Transmitía una actitud tan diferente que momentáneamente me pregunté si era la misma persona bajo el traje.
“Tengo que pedir un favor”.
[1] Aleph, es la “A” en el alfabeto hebreo.
[2] Haywire: Caótico, loco o fuera de control. Normalmente referido a equipos electrónicos o electricos.
[3] PHQ: Creo ya lo mencioné antes, el Protectorate Headquarters.

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2017.09.14 11:39 albedrio PODEMOS : ¿ partido hispano-argentino?

Un Dante en la comedia separatista de Podemos
Albano Dante Fachín nació en Bahía Blanca, Argentina, el 22 de abril de 1976. Llegó a España a los 16 años, con sus padres y sus dos hermanos. No terminó los estudios que inició de Filología inglesa. Se le cita como periodista, pero es harto discutible. También se le sitúa como especialista en sanidad pública, aunque es difícil de entender qué significa tal titulación o referencia. Es tan radical que el 11 de septiembre no se sumó al acto de los Comunes en Santa Coloma de Gramanet, sino que celebró el suyo propio delante de la Bolsa de Barcelona. Como si fuera un hijo de los Pujol o un Roca o un miembro de las élites catalanas, declara: “me entristece ver tan vivo el ánimo de dirigir Cataluña desde Madrid”. Reproche al centralismo de…Juan Carlos Monedero y Pablo Iglesias.
En términos coloquiales, no tenía dónde caerse muerto hasta que accedió como diputado de Catalunya Sí Que es Pot al Parlamento autonómico. Aspira a una “república catalana con más justicia social y sin corrupción” y considera el 1-0 como “la capacidad de las calles para cambiar las cosas“. Al portavoz de su grupo, Joan Coscubiela, por su intervención en el Parlament sobre las formas usadas para aprobar la Ley de Transitoriedad, le ha acusado de “mentir” y de “prácticas antidemocráticas“.
Habría que recurrir a Freud…
En su inicio, el 15 M, en Cataluña, pretendía incidir en lo social, frente a lo nacional, de cualquier signo. Fueron los primeros en rodear una sede parlamentaria: el Parlamento catalán. Todo esto se ha olvidado, se ha venido abajo. Los argentinos son los que se han mostrado más radicales a la hora de reorientar el 15 M hacia el separatismo. Habría que, seguramente, recurrir a Freud para entender este proceso de asimilación al secesionismo y de demolición de la unidad de España, a la que, sin ningún agradecimiento, parecen odiar sin medida.
Otro de estos radicales argentinos que han venido para ir contra España es Gerardo Pisarello Prados. Es famosa la imagen en el balcón del Ayuntamiento tratando de arrebatar la bandera de España hacia la que muestra una completa inquina. Gerardo es hijo del abogado Ángel Gerardo Pisarello, miembro de la Unión Cívica Radical, desaparecido durante la dictadura militar argentina. Vive en Barcelona desde 2001; catorce años después pasa a ser teniente de alcalde y concejal de Trabajo, Economía y Planificación del Ayuntamiento de Barcelona. Es un firme partidario del referéndum, cuya intencionalidad manipula de manera grosera, pues lo identifica como una especie de voto de castigo al PP. Ha hecho público que votará un “sí crítico” contra “el autoritarismo del PP“, de modo que “las fuerzas del cambio cometerían un grave error si no se levantan contra el PP y sus ataques a las reivindicaciones democráticas de autogobierno”.
Pablo Echenique. /Foto: arainfo.org. El de la minga con la matraca de la plurinacionalidad
Bien, podría argumentarse que estos argentinos recalaron en Cataluña, concretamente en Barcelona, y se han identificado con la causa separatista, pero no es el caso de Pablo Echenique Robba, nacido en Rosario, el 28 de agosto de 1978. Llegó a Zaragoza cuando tenía 13 años, con su madre Irma y su hermana Analía. Uno de los motivos, era conseguir para él, dada su enfermedad hereditaria y degenerativa, mayor oportunidades. Y las obtuvo: es doctor en Ciencias Físicas por la Universidad de Zaragoza. Entró en Podemos por el Círculo Discapacidad. Fue elegido eurodiputado en 2014 y actualmente es diputado en las Cortes de Aragón. Es secretario general de Podemos en Aragón y secretario de organización de Podemos en España. ¿Qué ha aportado a la nación que le ha tratado tan bien? Odio y defraudación. En junio de este año, fue multado por la Inspección de Trabajo y Seguridad Social por contratación irregular -en negro, sin darle de alta- de su asistente personal. Su esposa, la venezolana María Alejandra Nelo Bazán, Maríale, puso en un diálogo interno de Podemos: “yo puedo pedir pasta a Venezuela, que tiene mucha”, Una adelantada y una corrupta mental.
Echenique no se recata en mostrar su odio a España y en mostrar su apoyo a los planes sediciosos: “La plurinacionalidad no es un discurso, es una realidad que se impone”.
Podemos, partido hispanoargentino y antiespañol
Podemos es, por méritos evidentes, el partido hispanoargentino, por donde han entrado en política los hispanoargentinos radicales que exhiben un alto grado de frustración personal y vetas muy virulentas de odio a España. Todos ellos tienen establecida una competición para ver cuál es más separatista y cuál resulta más nocivo para la unidad de España. Ninguno tiene el mínimo agradecimiento lógico en quien ha sido acogido. Podría decirse que son un fallo sistémico de la política migratoria y que hubiera sido mucho mejor que se quedaran en Argentina.
Otra cuestión es qué van a decir, cómo se van a presentar los de Podemos en, por ejemplo, San Fernando de Henares, Leganés, Murcia, Alicante o el propio Madrid. Hoy Podemos, en su empanada mental, es ya claramente un partido antiespañol......Es el primer caso en los anales que inmigrantes acogidos por una nación se dedican a demolerla. Nada semejante hicieron los españoles cuando emigraron. No se conoce el caso de alguien que planteara la secesión de Baviera, por ejemplo. Podemos, que puede ser descrito como un partido hispanoargentino, se está dedicando, con los argentinos en cabeza, a aplicar la piqueta en la unidad de España. Entre ellos, hay una especie de competencia para ver quien es más radical y destructivo.......
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2016.11.19 22:52 ShaunaDorothy ¡Defender las conquistas de la Revolución Cubana! El régimen de Castro da la bienvenida al reaccionario Vaticano

https://archive.is/IHDQa
Espartaco No. 46 Octubre de 2016
¡Defender las conquistas de la Revolución Cubana!
El régimen de Castro da la bienvenida al reaccionario Vaticano
Traducido de Workers Vanguard No. 1077 (30 de octubre de 2015).
Al menos 100 mil cubanos se dieron cita en la Plaza de la Revolución de La Habana el 20 de septiembre [de 2015] para asistir a una misa católica presidida por el argentino Jorge Bergoglio (el papa Francisco). Uno de los lados de esta amplia plaza ostenta un enorme retrato del Che Guevara, el héroe de la Revolución Cubana asesinado con ayuda de la CIA en Bolivia en 1967. En el lado opuesto, fue colocado un gran póster mostrando a Jesús con las palabras “Vengan a mí”. Raúl Castro, el dirigente del Partido Comunista Cubano (PCC) en el poder, se sentó en primera fila y asistió a otras misas papales en las ciudades de Holguín y Santiago en los días sucesivos. El papa también tuvo una reunión de media hora con el hermano y predecesor de Raúl, Fidel, de 89 años, que un portavoz del Vaticano describió como “muy informal y amigable”.
Voice of America, órgano de propaganda de la CIA, celebró a Francisco por advertir al pueblo cubano contra “los peligros de la ideología” (voanews.com, 20 de septiembre de 2015). Por su parte, la dirección del Partido Comunista instó a los cubanos a asistir a las misas papales y ordenó su transmisión en vivo a través de la televisión estatal. Pósters con la cara del papa fueron desplegados en todo el país. En el discurso de recepción en el aeropuerto de La Habana, Raúl Castro elogió a Francisco por jugar un papel clave en las negociaciones que restauraron las relaciones diplomáticas entre EE.UU. y Cuba; le regaló, además, un enorme crucifijo. Durante una visita previa al Vaticano, el dirigente del PCC incluso declaró en conferencia de prensa: “Si el papa continúa así, voy a regresar a rezar y a la iglesia, y no es una broma” (Washington Post, 10 de mayo de 2015).
La bienvenida de los dirigentes cubanos al papa Francisco —que se suma a la que dieron a sus predecesores Juan Pablo II y Benedicto XVI cuando visitaron la isla— es criminal y representa un peligro mortal. La Iglesia Católica es, y ha sido siempre, un bastión mundial de la reacción política y social, especialmente en la propia América Latina. El Vaticano utilizará toda autoridad que adquiera entre la población cubana para promover la contrarrevolución utilizando el velo de la “democracia”. El regreso a la explotación capitalista en Cuba significaría la destrucción de las conquistas revolucionarias del país y daría paso a una renovada dominación neocolonial por parte de EE.UU.
El estado obrero deformado cubano en peligro
Cuba es el único estado obrero en América. La destrucción del dominio capitalista y la socialización de la economía hace más de 50 años dio paso a extraordinarios avances para el pueblo cubano. Los servicios médicos y la educación de calidad se volvieron accesibles para todos. Las mujeres fueron integradas completamente a la fuerza de trabajo y, hoy día, ocupan más de la mitad de las plazas en las facultades universitarias. Los doctores cubanos son enviados con frecuencia alrededor del mundo para prestar auxilio a las víctimas de desastres y epidemias. A pesar de la continua escasez material, Cuba tiene una de las tasas de alfabetización más altas del mundo y un índice de mortalidad infantil por debajo del de EE.UU. y la Unión Europea.
Los imperialistas estadounidenses han trabajado incansablemente para derrocar la Revolución Cubana. Sus crímenes han abarcado desde la invasión de Playa Girón (Bahía de Cochinos) en 1961 hasta numerosos intentos de asesinato contra Fidel Castro, desde la promoción de las contrarrevolucionarias bandas terroristas de gusanos en Miami hasta la imposición de un embargo hambreador de décadas. Los obreros del mundo, en particular en Estados Unidos, deben estar por la defensa militar incondicional de Cuba contra el imperialismo y la contrarrevolución capitalista.
Sin embargo, el estado obrero, desde sus inicios, ha estado deformado por el dominio de una burocracia nacionalista hostil a la perspectiva de la revolución socialista internacional. Siguiendo los pasos de la burocracia estalinista en la antigua Unión Soviética, la burocracia castrista, levantando el dogma nacionalista del “socialismo en un solo país”, ha perseguido el sueño de opio de la “coexistencia pacífica” con los imperialistas. Para tratar de lograrla, ha socavado repetidas veces oportunidades revolucionarias en otros lugares de América Latina.
Por ejemplo, en la década de 1980 los burócratas del PCC aconsejaron a los sandinistas nicaragüenses, nacionalistas de izquierda, de no seguir “la vía cubana” de expropiar a la clase capitalista. Una y otra vez han promovido regímenes nacionalistas burgueses, desde la dictadura de Velasco en Perú a fines de los 60 y principios de los 70 hasta los gobiernos capitalistas de Brasil, Venezuela y otros países hoy en día. La grotesca acomodación de los estalinistas cubanos al Vaticano es parte de este marco. La defensa de la Revolución Cubana está directamente ligada a la lucha por una revolución política proletaria para derrocar a la burocracia y establecer un régimen basado en el internacionalismo revolucionario y la democracia obrera. Para esto se requiere forjar un partido de vanguardia leninista-trotskista para movilizar a los trabajadores en lucha.
El socialismo implica una sociedad de abundancia material basada en un nivel de productividad económica más alto del que es posible bajo el capitalismo. Una sociedad así, que requeriría la tecnología más moderna y una división internacional del trabajo, no puede ser construida en un solo país, particularmente en una pequeña isla con escasos recursos naturales. En contraste, su construcción requerirá de una serie de revoluciones socialistas al nivel internacional, notablemente en los países capitalistas avanzados. La supervivencia del estado obrero deformado cubano depende en última instancia de la extensión de la revolución, especialmente a la bestia imperialista estadounidense.
Cuando las fuerzas guerrilleras pequeñoburguesas de Castro marcharon en La Habana en enero de 1959, el ejército y el resto del aparato estatal capitalista que había sostenido a la corrupta dictadura de Fulgencio Batista, respaldada por EE.UU., colapsaron. Inicialmente, el nuevo régimen no tenía intención alguna de expropiar a la clase capitalista local o las vastas propiedades de los imperialistas estadounidenses. Pero, frente al saqueo económico por parte de los partidarios de Batista y la hostilidad implacable de los gobernantes en Washington, el gobierno cubano se vio obligado a efectuar nacionalizaciones a gran escala de las plantaciones de azúcar, los bancos y otras compañías de propiedad estadounidense durante el verano y el otoño de 1960, así consolidando un estado obrero deformado.
En sus primeros años, el régimen fue hostil a la jerarquía católica, con razón. Fidel Castro denunció a los dirigentes de la iglesia en Cuba como “peones de la embajada estadounidense” y “fascistas de Franco”. Su furia fue provocada por una carta pastoral emitida por la jerarquía católica cubana condenando “el avance creciente del comunismo en nuestro país” (Time, 22 de agosto de 1960). Las propiedades de la iglesia fueron expropiadas, incluyendo más de 300 escuelas previamente reservadas a la élite que fueron transformadas en escuelas públicas bajo control estatal. Algunas estatuas religiosas fueron simbólicamente decapitadas.
La creación de un estado obrero y los avances económicos y sociales que se dieron como consecuencia fueron posibles únicamente gracias a la existencia de la Unión Soviética y su alianza con Cuba. Los soviéticos proporcionaron protección militar esencial contra el imperialismo estadounidense y subsidiaron a Cuba hasta con 5 mil millones de dólares de ayuda al año. La URSS proporcionaba alrededor del 60 por ciento de los alimentos de Cuba y casi todo su petróleo a cambio de azúcar. Estos subsidios fueron reducidos severamente con la descomposición del dominio estalinista en la URSS a finales de la década de 1980, y la destrucción contrarrevolucionaria en 1989-1992 de los estados obreros deformados en Europa Oriental y de la Unión Soviética los detuvo por completo. Cuba sufrió una profunda crisis económica conocida como el “Periodo Especial”. A partir de 1993, el régimen castrista implementó una serie de medidas orientadas al mercado que, a pesar de producir algo de recuperación económica, finalmente condujeron a un incremento significativo en la desigualdad.
Ese mismo periodo vio una creciente reconciliación del régimen con la jerarquía de la iglesia. La constitución fue enmendada a principios de los 90 para describir a Cuba como un estado “secular” (en vez de “ateo”), y los dirigentes del partido declararon que el ateísmo ya no era un requisito para militar en el partido. La Navidad y, más recientemente, el Viernes Santo han sido declarados días de asueto nacional. Sin embargo, la práctica de la religión en la isla sigue siendo limitada. Aunque alrededor del 40 por ciento de los cubanos han sido bautizados, muy pocos van a misa los domingos; los que lo hacen son en su mayoría adultos mayores. Entre los cubanos negros, los rituales y las creencias místicas de la santería, derivados de las tradiciones de los esclavos africanos llevados a Cuba por los colonizadores españoles, son significativamente más comunes.
A pesar de ello, el papel social de la Iglesia Católica ha crecido dramáticamente, con la aprobación tácita del gobierno. Las organizaciones de beneficencia y los centros culturales financiados por la iglesia han adquirido prominencia. En el marco del limitado acceso a las necesidades básicas, organizaciones como Cáritas y el Centro Loyola de los jesuitas actúan como centros de distribución de alimentos, pañales y otros productos sanitarios, además de ofrecer ayuda a los adultos mayores y proporcionar cuidado infantil, acceso a computadoras, etc. Estas organizaciones de beneficencia son financiadas por exiliados cubanos de derecha, de igual modo que varias escuelas de negocios que colaboran con la Universidad Católica en España para entrenar a los llamados emprendedores y organizar discusiones sobre el futuro económico de Cuba.
En 2010 empezó a operar un nuevo seminario en las afueras de La Habana. A principios de este año, los representantes de la Iglesia Católica dijeron que sus solicitudes para construir nuevas iglesias, que habían esperado largamente para ser aprobadas por el gobierno, empezaron a recibir luz verde. El alcance creciente de la Iglesia Católica ha sido aumentado por los cambios a las regulaciones del Departamento del Tesoro de EE.UU. que permiten a los estadounidenses viajar a Cuba para realizar actividades religiosas. Con un incremento en su financiamiento, la iglesia ha logrado construir redes de apoyo que podrían desempeñar un papel en la organización de futuras actividades contrarrevolucionarias.
Apóstoles de la reacción clerical
El papel del Vaticano en fomentar la contrarrevolución puede verse claramente en el caso de Juan Pablo II, el primer papa invitado a Cuba por el régimen de [Fidel] Castro en 1998. Ese papa, nacido con el nombre de Karol Wojtyla, jugó un papel ideológico fundamental en la creación del “sindicato” procapitalista Solidarność en su nativa Polonia en 1980.
Las décadas de mala administración económica, nacionalismo y capitulación a la Iglesia Católica por parte de la burocracia estalinista en el poder habían empujado a gran parte de la históricamente socialista clase obrera polaca a los brazos de la reacción clerical. La iglesia era en los hechos la única oposición legal a la burocracia. Después de consolidarse en torno a un programa contrarrevolucionario que incluía las demandas por “elecciones libres” y “sindicatos libres” —las consignas estándar durante la Guerra Fría de la CIA y sus secuaces anticomunistas en la AFL-CIO—, Solidarność intentó llegar al poder en otoño de 1981. Cuando los estalinistas se dieron a la tarea de suprimir a Solidarność en diciembre de 1981, apoyamos la supresión de los contrarrevolucionarios. Al mismo tiempo, enfatizamos que el crecimiento de la reacción católica era consecuencia directa de la bancarrota política de la casta burocrática en el poder.
Menos de una década más tarde, los estalinistas polacos abdicaron y Solidarność llegó al poder, marcando la destrucción del estado obrero deformado polaco. Estos eventos sirvieron para pavimentar el camino a acontecimientos similares en el resto de Europa Oriental y a la destrucción de la Unión Soviética en 1991-1992 —una derrota devastadora para la clase obrera internacional, incluyendo la cubana—.
El actual papa, el primero proveniente de América Latina, ha tratado de construirse una imagen de progresista por medio de sus homilías a favor de los pobres y los oprimidos. Pero, a pesar de las halagadoras declaraciones de los burócratas del PCC, la cara detrás de la máscara de Francisco es profundamente reaccionaria. En su juventud, Jorge Bergoglio fue miembro de la Guardia de Hierro, una organización derechista y clerical en Argentina. En la década de 1970 y principios de la de 1980 fue parte de la jerarquía católica en ese país, cuando la iglesia respaldaba la junta militar del general Jorge Videla. El sangriento régimen del general, que fue apoyado de principio a fin por el imperialismo estadounidense, asesinó o “desapareció”, al menos, a 30 mil obreros e izquierdistas. Un obispo o un cardenal estaba presente en todos y cada uno de los eventos públicos y los días nacionales para bendecir a los dictadores.
Parte del contexto en el que se da el creciente acercamiento entre los burócratas cubanos y el Vaticano son los esfuerzos diplomáticos de este último para dar fin al embargo económico de 55 años impuesto por Washington. Siempre nos hemos opuesto al embargo, cuyo propósito es estrangular a la economía cubana. Al mismo tiempo, advertimos que la campaña de cada vez más sectores de la clase capitalista estadounidense (y ahora del gobierno de Obama) para dar fin, o al menos relajar, estas medidas hambreadoras, presenta otro tipo de peligro para la Revolución Cubana.
En contraste con el embargo, los capitalistas en Europa (particularmente en España) y en Canadá han mantenido durante mucho tiempo intercambios comerciales con Cuba, con la convicción de que las políticas beligerantes de Washington han demostrado ser ineficaces para socavar al estado obrero. Los oponentes imperialistas del embargo buscan minar la economía socializada de Cuba y fomentar la contrarrevolución por otros medios, por ejemplo, inundando el país con artículos baratos de importación. Cuba, desde luego, debería tener el derecho a realizar intercambios comerciales y mantener relaciones diplomáticas con todos los países, incluyendo Estados Unidos. Sin embargo, es vital mantener el monopolio estatal del comercio exterior, es decir, un estricto control por parte del gobierno sobre las importaciones y las exportaciones.
Las ideas religiosas florecen particularmente en el terreno fértil de la escasez material, ofreciendo consuelo, glorificando el sacrificio y prometiendo recompensas después de la muerte. La Iglesia Católica, otrora bastión de la reacción feudal, promueve ahora la obediencia al orden de explotación capitalista (“Benditos sean ustedes los pobres”) y fomenta el fanatismo contra las mujeres y los homosexuales. El derecho al aborto es un buen ejemplo. Cuba es el único país en América en donde el aborto ha sido legal y gratuito desde finales de la década de 1960, un claro ejemplo de las conquistas que son posibles una vez que las cadenas del capitalismo han sido rotas. El papa Francisco y el resto de la jerarquía católica quieren no sólo prohibir el aborto, sino todas las formas de contracepción. El acceso sin restricciones a esos servicios es esencial para que las mujeres puedan tener control sobre si tener hijos y cuándo; sin tales servicios, serán empujadas fuera de los lugares de trabajo y relegadas una vez más a los confines reaccionarios de la familia.
Hoy en día, la Revolución Cubana se encuentra en una encrucijada. Los obreros en EE.UU. tienen el deber especial de defender a Cuba de la restauración capitalista y el rapaz imperialismo estadounidense. Esta tarea está intrínsecamente ligada a la lucha por la revolución socialista para barrer con los gobernantes capitalistas estadounidenses. La Spartacist League, sección estadounidense de la Liga Comunista Internacional (Cuartainternacionalista) está dedicada a construir el partido leninista de vanguardia necesario para llevar esa lucha a la victoria.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/46/cubana.html
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2014.09.13 20:02 suarep Porque somos tan blanditos con el PSOE con lo que hay

La incorporación a la Comunidad Económica Europea (1986) obligó a un proceso culminante de desmantelamiento industrial denominado como reconversión industrial durante el mandato de Felipe González a partir de 1986. Además se limitó la capacidad productiva de sectores como el lácteo, vid, olivo, entre otros. El proceso de reconversión industrial significaría el desmantelamiento de buena parte de la industria pesada que se había ido construyendo desde la autarquía de los primeros años del franquismo en torno al INI, concentrada en determinadas zonas. como por ejemplo Asturias (HUNOSA, ENSIDESA), la ría de Bilbao (Altos Hornos de Vizcaya, AHV), Sagunto (Altos Hornos del Mediterráneo, AHM), Ferrol (astilleros públicos tanto militares como civiles) Cartagena (astilleros e industria química) o la bahía de Cádiz (astilleros). Felipe González aceptó ante el canciller Helmut Kohl de la República Federal de Alemania, el compromiso de la defensa occidental, con la aceptación de misiles estadounidenses en territorio de los miembros de la CEE, lo que suponía un vínculo entre la pertenencia a la Comunidad Europea y la alianza politico-militar con los EEUU. Este giro supuso que el gobierno del Partido Socialista Obrero Español diera su apoyo a la permanencia en la OTAN, que se ratificaría en un referéndum que se realizó en marzo de 1986, una vez que España había ingresado en la CEE. Manuel Marín en la etapa final de estas duras negociaciones declaró: España no está dispuesta a romper la baraja, pero tampoco aceptará entrar en la comunidad firmando un tratado que pueda crear una situación de inferioridad insuperable en el futuro. Ja ja ja. El gobierno socialdemócrata de Felipe González no sólo estaba empeñado en que entráramos en la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), sino también en la Comunidad Económica Europea (CCE). Sus futuros socios, sin embargo, le exigían el desmantelamiento de sectores enteros de la economía española para autorizar su ingreso en la CCE. Los "fundadores de Europa" no deseaban ningún tipo de competencia para sus productos. Con el pretexto de que España necesitaba una "reconversión industrial" se procedió al cierre de un gran número de industrias. Se acabó, asimismo, con una potente industria lechera que exigió el sacrificio del ganado vacuno de regiones enteras. En localidades del sureste de la península se cortaron las cepas de los viñedos como un "sacrificio necesario" para que se nos abrieran las puertas de un supuesto "paraíso terrenal" al que llamaban Unión Europea. Había otros productores de vino entre los países que promocionaban la "Comunidad" que contaban con más privilegios que nosotros. Ni que decir tiene que España quedó convertida en un enorme páramo desindustrializado. Y, consiguientemente, la mano de obra perdida en la industria fue desplazada hacia los servicios y la construcción. El entonces ministro de Economía, el socialdemócrata Carlos Solchaga, se preguntaba por aquellos días con jactancia "¿qué malo hay en que nos convirtamos en un país dedicado a los servicios?" Aquellos lodos de ayer nos trajeron los fangos de hoy. No obstante, la mentirosa "reconversión industrial" de Felipe González Márquez, que en realidad no fue más que un cierre, liquidación o privatización .
http://www.elmundo.es/nacional/constitucion/1984/historia.html La flota pesquera en los años 70 había llegado a ser la cuarta a nivel mundial (tras la URSS, Japón y EE. UU.), sin embargo en esta década se inició una significativa caída tras la adopción de las 200 millas de mar patrimonial de los países del Mediterráneo y del Atlántico. Esto llevó de tener una balanza positiva de 39 millones de dólares en 1978 a un saldo negativo de 228 millones de dólares en 1982. En el tratado de adhesión España debía de cumplir una serie de limitaciones y controles hasta 1996. Aunque el primer año del ingreso se produjo una recuperación de la producción pesquera, no se rompió la tendencia descendente. En el mercado laboral siguió con varios aspectos negativos, como fueron las elevadas tasas de temporalidad y de rotación del empleo, los altos niveles de paro femenino, juvenil.(Me parece que esto me suena.Creo haberlo oído hace poco) Felipe González, para cumplir el compromiso de permanencia en la OTAN, a la que se ligó para avanzar en las negociaciones de integración, sustituyó en el Ministerio de Exteriores a Fernando Morán por el más atlantista Fernández Ordóñez, y convocó para el 12 de marzo de 1986 el prometido referéndum apoyándolo activamente. El resultado del Referéndum sobre la permanencia de España en la OTAN fue favorable de forma global y en casi todas las provincias, con excepción de nueve provincias en que el resultado fue negativo: en las de la C A País Vasco, en la C F Navarra, en las de Cataluña y en la de Las Palmas de Canarias. Tras la entrada en la actual Unión Europea, no se conoce de forma pública que se haya producido ninguna otra conspiración de las Fuerzas Armadas contra el poder civil constituido. Aunque el producido en las vísperas a este tratado fue mantenido en secreto, sin detener ni investigar a los culpables.
Zapatero Zapatero: "Vamos a superar a Alemania en renta per cápita. De aquí al 2010 les podemos superar perfectamente. Igualar y superar ligeramente. Es que el crecimiento de España está en el 4%. Creando empleo.Sólo con esa cifra uno, como presidente de Gobierno, se siente ya absolutamente reconfortado en el balance de su actuación". Solbes: "Yo no veo afectado para nada el sector de la construcción. Específicamente , sigue funcionando igual, con una ligera desaceleración que permite ajustarse a una realidad que lógicamente va a exigir una demanda ligeramente inferior". Solbes: "Los efectos de la crisis hipotecaria estadounidense tendrán un impacto relativamente pequeño en la economía española". Zapatero: "España está totalmente a salvo de la crisis financiera". 11 de febrero de 2008 Solbes: "Los que auguran el riesgo de recesión no saben nada de economía. Estoy harto y agotado por la cantidad de tonterías que oigo últimamente sobre el mundo económico. La economía española crecerá en la próxima legislatura a un ritmo cercano al 3% , lo que permitirá crear 1,6 millones de nuevos empleos y mantener la tasa de paro en torno al 8% de la población activa. (El PSOE acerto de pleno, igual que ahora con con Sanchez) 11 de septiembre de 2008 Solbes: "Si la recesión sirve para limpiar la economía, no tiene la mayor importancia". 23 de septiembre de 2008 Solbes: "Yo no sé si es la peor; pero, sin duda alguna, desde que yo tengo uso de razón, y tengo sesenta y seis años, sí es la peor crisis de la que yo tengo conocimiento. 24 de septiembre de 2008 Zapatero: "Superaremos a Francia en renta per cápita en tres o cuatro años. Esto no lo quiere ni oír mi amigo Sarkozy, pero es así". 13 de diciembre de 2008 Zapatero: "Nadie quedará a su suerte ante el drama del desempleo. Mi prioridad, es que no haya una sola familia en este país que pueda tener una situación de grave angustia o preocupación por la pérdida del puesto de trabajo". Recordemos que acordó reducir el salario de los funcionarios públicos en un 5%, “congelándolo”, junto con las pensiones, para 2011; suprimió la deducción de los 400 euros en el IRPF; recortó las inversiones en 6.000 millones de euros; suprimió el cheque-bebé; redujo el gasto de Ayuda al Desarrollo en 600 millones de euros; y amplió la edad de jubilación. Antes María Teresa Fernández de la Vega, Vicepresidenta del Gobierno, había declarado: “Cumpliremos con la reducción del déficit sin dejar de proteger a los más débiles, y vamos a exigir un esfuerzo mayor a las rentas más altas”. Como se terminó demostrando, la declaración no fue más una promesa vacía, La cita que tuvo Rodríguez Zapatero, en septiembre de 2010, en Nueva York, con banqueros y representantes de los fondos de inversión de Wall Street, y donde el poder financiero ganó la partida de la “economía competitiva”. Fue a la salida de esta cita cuando empezó a incumplir con la protección de los más débiles. http://www.ecorepublicano.es/2014/05/los-18-principales-recortes-sociales.html
Y ahora quieren vender a los Españoles la moto otra vez. Podemos nunca deberá pactar con un partido asi.
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